DETERMINAÇÃO DA FREQUÊNCIA CARDÍACA EM PESSOAS DE DIFERENTES IDADES SUBMETIDAS A DIFERENTES PROFUNDIDADES DO CORPO NA ÁGUA



Luiz Fernando Martins Kruel
Adriana Beatriz Cordeiro Dias
Rafael Carvalho da Silva
Leonardo Alexandre Peyré Tartaruga
Paulo Sergio Pivatto Picanço
Antônio CArlos Barbosa Rangel



Abstract

Este trabalho teve por objetivo verificar as alterações da freqüência cardíaca (FC) em pessoas submetidas a diferentes profundidades do corpo na água, determinadas pelos pontos anatômicos de: tornozelo, joelho, quadril, cicatriz umbilical, apêndice xiföide, ombro e pescoço. A amostra foi composta por 177 indivíduos de ambos os sexos, com idade entre 18 e 65 anos. Para a análise dos dados foi utilizada a análise de variância e o teste de Bonferroni onde não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas nas diferentes faixas etárias e entre os sexos quando essas faixas etárias foram agrupadas. Contudo, ao analisarmos os indivíduos em diferentes profundidades de água, encontramos diferenças estatisticamente significativas. Os resultados demonstraram uma sensível diminuição da FC nas diferentes profundidades de água, diminuição esta que oscilou entre 1 batimento por minuto (bpm) na altura joelho a 14 bpm na altura do pescoço.

INTRODUÇÃO

Atualmente, as atividades físicas realizadas na água vem sendo amplamente utilizadas pelas mais diversas áreas. Professores de educação física, médicos e fisioterapeutas entre outros recomendam a prática de atividades como hidroginástica, jogging aquática e natação pela capacidade de ajudar na recuperação de pessoas ou atletas lesionados, ou para indivíduos que procuram formas alternativas de condicionamento cardiovascular. Na água os movimentos são facilitados e por isso tornam-se menos estressantes e fazem parte da primeira etapa no retorno da atividade física.

No ano de 1989, na ESEF-UFRGS, foram introduzidos os programas de hidroginástica, caminhada em água rasa e jogging aquático (um tipo de exercício que simula a caminhada terrestre na piscina funda, com a utilização de um dispositivo para auxiliar na flutuação), visando buscar atividades que oferecessem um menor impacto articular (Kruel, 1994).

Segundo Gleim & Nicholas (1989), a corrida e a caminhada na água são métodos terapêuticos utilizados na reabilitação de pacientes com problemas de quadril, pernas e/ou costas, já que a capacidade do corpo flutuar é facilitada na água. Essa flutuabilidade ameniza a compressão nas articulações. Pacientes que não suportam muito peso nas articulações podem usar músculos que em atividades executadas na terra não são usados e podem aumentar o número de movimentos com esse tipo de atividade.

O autor citado anteriormente, relata um aumento no consumo de oxigênio (VO2) e na freqüência cardíaca (FC) quando a caminhada na piscina é realizada na profundidade da cintura. Por conseguinte, mais trabalho é possível à menores velocidades caminhando-se numa piscina à nível da cintura com menos tensão nas articulações.

Avellini et al. (1983), dizem que o exercício aquático pode produzir reações fisiológicas diferentes das realizadas na terra, pelo fato do efeito hidrostático da água no sistema cardiorrespiratório, tanto como a capacidade de intensificar a perda de calor comparada com o ar.

Em relação ao comportamento da FC, a literatura é contraditória, pois enquanto diversos autores (Magel & Faulkner, 1967; Magel et al. 1969; Craig & Dvorak, 1969; Mcardle et al. 1971; Paulev & Hansen, 1972; Hölmer & Lundin et al, 1974; Hölmer & Stein et al. 1974; Heigenhauser et al. 1977; Risch et al. 1978a; Risch et al. 1978b; Avellini et al. 1983; Sheldahl et al. 1984; Hamer & Morton, 1990; Town & Bradley, 1991; Svedenhag & Segen, 1992 e Kruel 1994), afirmam que ocorre uma bradicardia durante a imersão, outros (Denison et al. 1972; Johnson et al. 1977; Whitley & Schoene, 1987 e Gleim & Nicholas, 1989) afirmam que ocorre uma taquicardia, e existem ainda os que relatam que não ocorrem alterações na FC (Rennie et al. 1971; Arborelius et al. 1972; Begin et al. 1976; Blomqvist, 1983; Green et al. 1990; Yamaji et al. 1990 e Ritchie & Hopkins, 1991).

Para Denison et al. (1972), quando o indivíduo encontra-se imerso no meio líquido ele estará sujeito a outra viscosidade do meio; a uma nova pressão, a hidrostática e a novas condições térmicas e, em certas vezes, a alguns estímulos reflexos circulatórios os quais poderiam alterar as respostas cardio-circulatórias. A postura, a intensidade do trabalho, a temperatura da água e o tipo de movimento de braços poderão influenciar variando os efeitos destas trocas quando os indivíduos executam exercícios máximos em água fria.

a) Nenhuma mudança na FC com a imersão:

Rennie et al. (1971), analisaram a resposta da FC durante os exercícios de pernas fora da água e durante a imersão até a profundidade do pescoço. Os dados coletados propõem que em intensidades baixas de exercício, a FC seria mais baixa pelo aumento do volume sistólico. Porém, observaram que quando os sujeitos se aproximavam do VO2 máx., durante o exercício aquático a FC se tornava próxima daquela observada na terra, pois o volume sistólico em exercício fora da água aproximava-se daquele na água.

b) Aumento da FC com a imersão:

No estudo realizado por Arborelius et al. (1972), não foram encontradas modificações significativas na FC, apesar do rendimento cardíaco ter aumentado aproximadamente 30% pelo efeito da imersão. Ocorreu também um aumento de 35% no volume sistólico e uma diminuição na resistência periférica de, aproximadamente 30%. Segundo Johnson et al. (1977), a FC aumenta durante os exercícios realizados na água em 31 batimentos por minuto (bpm) para os homens e 13 bpm para as mulheres quando comparados aos exercícios em terra. Esse estudo comparou as respostas do VO2 e da FC durante os exercícios executados na água e na terra.

Whitley & Schoene (1987), estudando 12 voluntários universitários não encontraram diferenças significativas na FC de repouso. Já as FC de caminhada na água foram significativamente mais altas daquelas respostas durante a caminhada na esteira. Para os autores, os resultados encontrados neste estudo mantém a hipótese de que as FC durante a caminhada na água seriam significativamente mais altas que as obtidas durante a caminhada na esteira.

c) Diminuição da FC com a imersão:

Para Tutte & Corleaux e Stromme et al. apud Heigenhauser et al. (1977), o decréscimo na FC está correlacionado com a imersão no meio líquido e não com o grau de treinamento do indivíduo.

Andersen & Paulev apud Paulev & Hansen (1972), acreditam e aceitam que durante a imersão na água ocorre uma bradicardia, apesar de existir uma discordância sobre o grau de diminuição, a origem e a consistência do fenômeno.

Sheldahl et al. (1984), constataram uma bradicardia de 10 bpm dentro da água. Neste experimento foram observados 12 sujeitos saudáveis utilizando um cicloergômetro dentro e fora da água para comparar a FC, onde não encontraram diferença estatística na FC máx., Heigenhauser et al. (1977), também encontraram a mesma diminuição.

Segundo Town & Bradley (1991), a corrida em água profunda e corrida em água rasa proporcionam observar um decréscimo de aproximadamente 13% na FC máx. dentro da água. Kruel (1994), encontrou uma bradicardia média de 16 bpm com água na profundidade do pescoço. O autor teve como objetivo analisar a FC durante a imersão na posição vertical estática em diferentes profundidades de água.

Em vista da literatura apresentar dados contraditórios, o presente estudo tem como objetivo geral verificar quais são as alterações da freqüência cardíaca em pessoas de diferentes idades submetidas a diferentes profundidades do corpo na água.

METODOLOGIA

A população alvo deste estudo foi formada por indivíduos sadios, de ambos os sexos com idade entre 18 e 65 anos. A amostra, caracterizada pela tabela 01, foi formada por 177 indivíduos, com idade entre 18 e 65 anos. Sendo esta dividida em grupos, de acordo com a faixa etária.

Com o objetivo de caracterizar a amostra, apresenta-se a tabela 01 com os resultados médios e desvios padrão das variáveis: idade (em anos), peso (em quilogramas) e estatura (em metros) nas diferentes faixas etárias propostas para a amostra. Constata-se que não houve diferenças estatisticamente significativa entre peso corporal e a estatura entre as diferentes faixas etárias

Para a realização deste estudo foram utilizados: uma ficha de dados individuais, um tanque com elevador de imersão (Kruel, 1995) com uma temperatura de água que oscilou entre 29 e 30ºC, um sensor de batimentos cardíacos da marca POLAR modelo Vantage, uma balança digital e um estadiometro.

TABELA 01 - Médias e desvio padrão da idade, peso corporal total e estatura da amostra.
IDADE (anos) PESO (Kg) ESTATURA (m)
FAIXA ETÁRIA S S S
I- 18-25 (n=39) 20.77 1.95 63.91 11.09 1.69 0.10
II- 26-35 (n=10) 31.10 3.44 66.25 16.45 1.65 0.10
III- 36-45 (n=42) 41.16 2.78 64.82 12.48 1.61 0.08
IV- 46-55 (n=63) 51.14 2.86 66.18 9.35 1.60 0.06
V- 56-65 (n=22) 61.18 3.38 66.98 12.32 1.62 0.08

Foram utilizadas as dependências do Centro Natatório Frederico Guilherme Gaelzer da ESEF-UFRGS, para a coleta de dados referentes a freqüência cardíaca em diferentes profundidades de água.

Os indivíduo selecionados compareceram ao Centro Natatório em dias e horários pré-determinados. Para as medidas da FC os homens estavam somente de sunga de natação e as mulheres de biquíni.

Para determinar as diferentes profundidades do corpo na água, neste estudo foram utilizados os pontos anatômicos de tornozelo, joelho, quadril e ombro, segundo Moro (1994), e ainda os pontos anatômicos de cicatriz umbilical, apêndice xifóide e pescoço. A localização destes pontos foi realizada da seguinte forma (figura 01): a) Tornozelo: a 1,3cm distal do maléolo medial; b)Joelho: a 2,6cm proximal desta articulação; c) Quadril: a 0,3cm proximal do trocanter maior do fêmur (cabeça do femur); d) Cicatriz Umbilical: ao centro desta; e) Apêndice xifóide: na porção mais distal; f) Ombro: a 4,9cm distal do acrômio; g) Pescoço: quando a água cobrir totalmente os ombros.

FIGURA 01 – Localização dos pontos anatômicos.

Primeiramente era feita a marcação, com lápis dermográfico dos pontos anatômicos. Após a marcação dos pontos anatômicos o indivíduo deveria permanecer deitado em um colchão ao lado do tanque de imersão por no mínimo 5 minutos, para leitura da FC de repouso. Imediatamente após a leitura da FC de repouso o indivíduo era colocado no elevador de imersão. A FC inicial era obtida após 2 minutos na posição fundamental sobre o elevador de imersão. A FC em diferentes profundidades de água era determinada após o sujeito permanecer durante 1 minuto na posição fundamental naquela profundidade.

Foi utilizada a estatística descritiva, a análise de variância ANOVA e teste F, para comparar as classes das variáveis classificatórias. Para a localização das diferenças, usou-se o teste de Bonferroni (p<0,05). O pacote estatístico computacional utilizado foi o SPSS for windows versão 6.0. RESULTADOS E DISCUSÃO

Este estudo teve como objetivo geral verificar as alterações da FC em pessoas de diferentes idades submetidas a diferentes profundidades do corpo na água.

O primeiro objetivo especifico deste estudo foi o de verificar se existia diferença na FC entre as diferentes faixas etárias propostas. A tabela 02 mostra o comportamento da FC em diferentes profundidades de água e diferentes faixas etárias.

Observa-se que não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas entre as diversas faixas etárias nas diferentes profundidades. O segundo objetivo especifico deste estudo foi o de verificar se existia diferença na FC entre os sexos masculino e feminino. A tabela O3 mostra o comportamento da freqüência cardíaca dos sexos masculino e feminino em diferentes profundidades de água.

TABELA 02 – Média da freqüência cardíaca entre as faixas etárias nas diferentes profundidades.
FREQÜÊNCIA CARDÍACA
F I (n=39) F II (n=10) F III (n=42) F IV (n=63) F V (n=24)
FCR 68.82 76.10 73.87 72.88 74.90
FCI 82.58 89.10 88.31 85.36 88.27
FCT 83.87 88.90 90.31 83.93 84.57
FCJ 84.32 89.60 90.02 83.33 83.00
FCQ 72.55 79.10 82.52 77.65 78.65
FCU 69.18 78.60 78.90 74.11 75.17
FCX 68.21 73.30 74.15 71.72 73.43
FCO 69.50 75.40 73.63 71.81 72.70
FCP 67.87 75.60 73.12 72.26 74.77
FCOF 68.82 74.20 75.24 71.71 73.39

Observa-se que não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas entre os sexos nas diferentes profundidades de água. Os resultados encontrados neste estudo em relação ao comportamento da freqüência cardíaca coincidem com os encontrados por Kruel (1994), onde o autor também não encontrou diferenças estatisticamente significativa na FC entre os sexos masculino e feminino.

TABELA 03 – Média e desvios padrão da FC entre os sexos nas diferentes profundidades de água
FREQÜÊNCIA CARDÍACA
MASC. FEM.
S S
FCR 66,35 10,27 74,02 11,20
FCI 81,36 15,78 86,68 13,92
FCT 81,88 16,30 86,84 13,76
FCJ 81,30 17,84 86,46 12,99
FCQ 70,76 13,50 79,56 11,83
FCU 66,36 10,32 76,27 11,47
FCX 64,39 9,46 73,57 11,00
FCO 65,58 10,68 73,59 10,95
FCP 65,27 10,96 73,60 10,75
FCOF 66,73 13,27 73,61 11,17

Como não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas nem entre as faixas etárias e nem entre os sexos a análise dos resultados para verificação do comportamento da FC nas diferentes profundidades de água foi feita com todos os indivíduos da amostra agrupados em um só grupo (tabela 04). A referida tabela relaciona os efeitos da profundidade de imersão as modificações na FC. Encontramos diferenças estatisticamente significativas na FC entre os diferentes pontos anatômicos.

Os resultados deste estudo foram similares aos estudos de Magel & Faulkner, 1967; Magel et al. 1969; Craig & Dvorak, 1969; Mcardle et al. 1971; Paulev & Hansen, 1972; Hölmer & Lundin et al, 1974; Hölmer & Stein et al. 1974; Heigenhauser et al. 1977; Risch et al. 1978a; Risch et al. 1978b; Avellini et al. 1983; Sheldahl et al. 1984; Hamer & Morton, 1990; Town & Bradley, 1991 e Svedenhag & Segen, 1992, os quais encontraram uma bradicardia ao imergirem o indivíduo em condições e situações variadas. E foram muitos similares ao estudo de Kruel (1994), o qual utilizou uma metodologia semelhante a este estudo.

TABELA 04 – Média e desvio padrão da freqüência cardíaca da amostra em diferentes profundidades de água.
FREQÜÊNCIA CARDÍACA
Variáveis S
FCR 72.27c 11.40
FCI 85.05a 14.39
FCT 85.39a 14.35
FCJ 84.88a 14.12
FCQ 77.65b 16.60
FCU 74.25bc 11.89
FCX 71.65c 11.30
FCO 72.05c 11.32
FCP 71.98c 11.26
FCOF 72.28c 11.88
Letras diferentes são estatisticamente diferentes ao nível p<0,05

Os resultados demonstraram uma sensível diminuição da FC nas diferentes profundidades de água, diminuição esta que oscilou entre 1 batimento por minuto (bpm) na altura joelho a 14 bpm na altura do pescoço. Enquanto Kruel (1994) encontrou uma redução média na FC que variou de 2 bpm na altura do joelho a 16 bpm na altura do pescoço. A bradicardia encontrada neste estudo está diretamente relacionada ao aumento do grau de imersão e por conseqüência ao aumento da pressão hidrostática sobre o indivíduo.

Neste experimento, não encontramos diferenças estatisticamente significativas (p<0,05) entre FCI, FCR, FCJ, entre a FCQ e FCU e entre a FCR, FCU, FCX, FCO, FCP e FCOF.

O presente estudo vem demonstrar que os indivíduos, quando são submetidos à imersão no meio líquido, apresentam alterações significativas na sua FC. Conclui-se que, quantitativamente, quanto maior for a profundidade de imersão, tanto maior será a redução da FC.

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